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Bleach TYBW entre os 3 animes do verão 2026 elogiados pelo amor ao mangá

Bleach TYBW entre os 3 animes do verão 2026 elogiados pelo amor ao mangá
Image: Anime Anime

Draw This, Then Die! trata o mangá como obra de uma vida

A primeira escolha da coluna publicada em 5 de agosto de 2026 pelo site japonês de notícias de anime Anime Anime é Draw This, Then Die! (Kore Kaite Shine), mangá de Minoru Toyoda sobre fazer mangá. Sua protagonista, Ai Yasumi (安海相), é uma estudante do ensino médio que descobre o mangá e é tomada pelo impulso de desenhar ela mesma. A observação central da coluna é que a série trata o mangá não como algo que se lê, mas como algo em que se aposta a própria vida — e que o anime torna essa devoção ainda mais clara.

Segundo a coluna, a adaptação acrescenta uma encenação cuidadosa às cenas em que os personagens falam sobre mangá e se debatem com as próprias criações, de modo que os momentos em que um personagem se emociona com uma página também tocam o espectador. Ela ainda dedica tempo de tela de verdade ao lado nada glamoroso da produção: storyboards, arte-final e prazos apertados, tudo sem perder o sentimento de fundo de que desenhar é divertido. O colunista descreve o resultado como um anime feito por gente que ama mangá, para gente que ama mangá.

A série é animada na Shin-Ei Animation sob a direção de Hiroaki Akagi e vai ao ar às sextas-feiras na Nippon TV desde 3 de julho de 2026. O original de Toyoda é publicado na Monthly Shonen Sunday, da Shogakukan, e venceu o 70º Shogakukan Manga Award.

Jaadugar: A Witch in Mongolia capricha nos detalhes do século 13

A segunda escolha aborda o amor pelo material original por uma direção completamente diferente. Jaadugar: A Witch in Mongolia (Tenmaku no Jadugar), adaptação do mangá histórico de Tomato Soup para a editora Akita Shoten, acompanha Sitara, uma jovem que vive em meio às disputas de poder do Império Mongol do século 13. Ela é o tipo de figura de quem a história quase não deixou registro, e a coluna elogia o anime por colocar a vida dela no centro, em vez dos nomes famosos do império.

O que mais impressionou o colunista foi a pesquisa. Figurinos, utensílios domésticos, cultura alimentar e etiqueta da corte são retratados com especificidade suficiente para sugerir como era de fato o cotidiano, em vez de se contentar com um clima de época genérico. A coluna também destaca a recusa da série em pintar figuras históricas como simples heróis: em meio à disputa sucessória que se seguiu a Genghis Khan, cada personagem carrega sua própria posição e seus próprios interesses. Entre os episódios recentes citados estão o Ato 3, "Keshienu Honō" (algo como "Uma chama que não se apaga"), e o Ato 6, "Merugen no Tami" ("O povo de Mergen").

A adaptação vem da Science Saru, com direção de Abel Góngora e Naoko Yamada (K-On!, A Silent Voice) como diretora-chefe. Segundo a coluna, as atuações vocais do elenco e o uso de expressões e pausas na direção amplificam as sutis mudanças emocionais pelas quais o mangá é conhecido.

Bleach: Thousand-Year Blood War preenche o que o mangá não pôde

A terceira escolha traz o argumento mais ousado. No caso de Bleach: Thousand-Year Blood War, a coluna afirma que fidelidade, por si só, não é o ponto: o arco final do mangá foi um dos pontos altos do original, mas o número limitado de páginas deixou partes da história sem desenhar. O anime do Studio Pierrot, produzido sob a supervisão do criador Tite Kubo, preenche esses espaços em branco com conversas originais entre personagens, sequências de batalha expandidas e dramas de fundo que nunca existiram no papel.

A coluna aponta a escala pura das lutas, em que trocas que o mangá cobria em um único quadro se tornam grandes cenas de ação completas, e chama de avassaladora a encenação das liberações de Bankai, marca registrada da série. Ela cita os episódios 41, "GOD OF THUNDER", e 42, "SON OF DARKNESS", da reta final atualmente em exibição. As cenas adicionadas, argumenta o colunista, aprofundam os personagens ao mostrar por que fizeram suas escolhas, oferecendo aos leitores de longa data novas descobertas em vez de uma reprise quadro a quadro. Na leitura da coluna, o anime não está tentando superar o mangá; está ampliando o que o mangá poderia ser — e essa é a forma máxima de respeito.

Olhando adiante

As três séries estão em exibição agora como parte da temporada de verão de 2026, e todas são facilmente acessíveis internacionalmente. A Crunchyroll transmite tanto Draw This, Then Die! quanto Jaadugar: A Witch in Mongolia. Bleach: Thousand-Year Blood War está em sua quarta e última parte, com o subtítulo The Calamity, que estreou em 25 de julho de 2026 e é transmitida no Hulu nos Estados Unidos e no Disney+ na maioria das demais regiões.

O mesmo vale para os mangás originais. A Seven Seas publica Draw This, Then Die! em inglês, com o volume 1 chegando em 11 de agosto de 2026. O original de Tomato Soup está disponível pela Yen Press sob o título A Witch's Life in Mongol, e Bleach, de Tite Kubo, é publicado em inglês pela Viz Media.

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